Mamã, não quero ser pós-moderno!
Diogo Goes

05/07/2018 - 26/09/2018

O conceito da exposição, pretende elaborar uma crítica ao discurso estético da contemporâneidade e à apócope do “Pós-modernismo”, revisitando o livro “O Pós-Moderno explicado às crianças” de Jean-François Lyotard. Uma exposição que é uma contínua provocação ao espectador, quer pela crítica societária, com multiplas referências à história da arte, à literatura, ao erotismo e ao animalesco. Esta exposição irá reunir trabalhos de duas séries “Caprichos de Goes” e “365 dias para ser como um jumento” aos quais se somam várias outras dezenas de obras especificamente desenvolvidas para o efeito, de grandes e médios formatos, que exploram diferentes domínios da representação, o desenho – acrílico e pastel de óleo, esferográfica sobre papel; pintura – acrílico sobre tela; e a instalação, ocupando os três andares da galeria. De destacar o títulos da obra de Diogo Goes que serve de imagem de cartaz “A Madonna vai ao talho e encontra Fernando Pessoa!”. Diogo Goes é licenciado em Artes Plásticas – Pintura, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Possui Formação Avançada nas áreas da Gestão e Financiamento de Organizações e Projetos Culturais, e da Pedagogia. É autor de cinquenta exposições individuais e integrou mais de uma centena de exposições coletivas em todo o país e estrangeiro, destacando-se a participação em várias bienais internacionais. Recebeu prémios e bolsas. A par da sua atividade artística, é professor universitário e diretor de eventos no ramo empresarial e associativo.

Rua da Carreira, 119

9000-042  Funchal

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